
Todos os anos, no mês de abril, os preços dos medicamentos no Brasil passam por um reajuste autorizado pelo governo federal. Esse aumento não é definido pelas farmácias, mas sim regulamentado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por estabelecer o teto de preços no país.
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Esse reajuste leva em consideração diversos fatores econômicos, como a inflação acumulada, os custos de produção da indústria farmacêutica, a variação cambial e a competitividade do setor. O objetivo é equilibrar o mercado, garantindo o acesso da população aos medicamentos e a sustentabilidade da cadeia produtiva.
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É importante destacar que o percentual definido não significa um aumento automático e igual para todos os medicamentos, mas sim um limite máximo que pode ser aplicado. Cada produto pode ter um reajuste diferente, dentro desse teto.
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Por que se antecipar?
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Para quem faz uso contínuo de medicamentos, esse período pode impactar diretamente o orçamento. Por isso, antecipar a compra antes do reajuste é uma estratégia inteligente para economizar e garantir a continuidade do tratamento sem surpresas.
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Planejamento, nesse caso, funciona como um “escudo” contra o aumento: você compra com o preço atual e evita pagar mais caro nos meses seguintes.
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Fique atento:
O reajuste entra em vigor a partir de 31 de março ou 1º de abril.
Farmácias não têm controle sobre esse aumento.
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